A qualidade de ser humano está bem fundamentada
neste processo infindável daquilo que é
intangível e subjetivo. Aliás a subjetividade do homem pós-moderno
ainda é a mesma do homem da antiguidade, apenas as evoluçoes
tecnologicas e sociais continuam em processo crescente, mas cada
homem que nasce tem que aprender a viver e a
conviver com sua subjetividade. E a armadilha na
qual se pode cair é tornar-se preso aos vicios e vínculos
contemporaneos como a apatia, consumismo, individualismo e
ocultismo.
A apatia fica bem visualizada quando nao ligamos para ador do outro
e achamos mais confortavel virar o olhar para o outro lado,
preferindo deixar os ouvidos abertos para os conflitos emocionais
dos outros e cruzamos os braços para o que é verdadeiro e
necessário. Consumimos cada vez mais para parecermos com o coletivo
porém o individualism o vem sendo evidenciado neste caminho quase
sem volta preenchido com estes vazios que levam
as pessoas a procurar o que é oculto, exótico e sobrenatural.
Dentro deste contexto de perca de si, as horas do dia parecem ser
segundos quando se trata de ser útil, ao mesmo temp que anos quando
se tem a consciência presa na inércia da preguiça espiritual e
mental que paralisa, faz involuir e nao deixa a vida seguir seu
rumo para um caminho de vitória e
felicidade.
Robson Novaes,
filósofo, historiador, escritor, cantor, compositor e estudante de
medicina
Web site -
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robsonpower01@hotmail.com